10.24.2010
9.28.2010
Modernos? Nós...?
Carbono, enxofre, fósforo, oxigênio, nitrogênio e hidrogênio. Elementos biogênicos, geradores de vida.
Perambulando na atmosfera da Terra. Temperaturas essenciais para que a água líquida fosse constituída.
Condições perfeitas. De temperatura, estado e pressão. Bastando apenas um fenômeno trivial pra dar inicio ao processo de evolução.
Bum... A vida fez- se necessária.
E numa miscelânea de reinos vegetais, minerais, animais, Cordata, Euteria... Num braço do gênero homo. Coloca- se o homo sapiens.
Que diferente dos homens de Neandertal, sobreviveu aos aniversários terráqueos. E, que diferente do reino mineral, possui um cérebro altamente desenvolvido. Com capacidade abstracional, linguagem, introspecção e resolução de problemas.
Homem moderno.
Moderno.
Moderno homo sapiens.
Perambulando na atmosfera da Terra. Temperaturas essenciais para que a água líquida fosse constituída.
Condições perfeitas. De temperatura, estado e pressão. Bastando apenas um fenômeno trivial pra dar inicio ao processo de evolução.
Bum... A vida fez- se necessária.
E numa miscelânea de reinos vegetais, minerais, animais, Cordata, Euteria... Num braço do gênero homo. Coloca- se o homo sapiens.
Que diferente dos homens de Neandertal, sobreviveu aos aniversários terráqueos. E, que diferente do reino mineral, possui um cérebro altamente desenvolvido. Com capacidade abstracional, linguagem, introspecção e resolução de problemas.
Homem moderno.
Moderno.
Moderno homo sapiens.
9.20.2010
Encontro ISH
Lançando a semente pra um espaço, um ninho de Urubus, um microcosmos. Pras arteirices, pras curas, pra ampliar os alcances sociais. Pros olhos, por sermos.
Respiração. Sons presentes. Profunda respiração. Sons presentes.
O tempo que correu esta semana, como corri no tempo? Presença, ausência. Presença, ausência. O que me tirou a atenção sobre estar? Porquê?
O tempo que correu, o tempo que não vi, o tempo que senti. Como fortalecer meu estar em plena atenção no passar do tempo?
Quais as artimanhas da desatenção?
Pelo corpo, chama. Pelo corpo, fumaça. Olhos no fogo. Sem piscar, olhos no fogo. Lágrimas.
Troca de cuidados: o sopro, o aperto, o afago. Três partes, três intenções, três mulheres. Cabeça pra ventar. Pernas pra circular. Pescoço pra soltar. Peito pra aumentar o amor. Outras partes. O sopro, o aperto, o afago.
Chá, chás. Sobre a cura, sobre a cura da preguiça. As preguiças, artimanhas da desatenção.
Lançando a semente pra um espaço, um ninho de Urubus, um microcosmos. Pras arteirices, pras curas, pra ampliar os alcances sociais. Pros olhos, por sermos.
Respiração. Sons presentes. Profunda respiração. Sons presentes.
O tempo que correu esta semana, como corri no tempo? Presença, ausência. Presença, ausência. O que me tirou a atenção sobre estar? Porquê?
O tempo que correu, o tempo que não vi, o tempo que senti. Como fortalecer meu estar em plena atenção no passar do tempo?
Quais as artimanhas da desatenção?
Pelo corpo, chama. Pelo corpo, fumaça. Olhos no fogo. Sem piscar, olhos no fogo. Lágrimas.
Troca de cuidados: o sopro, o aperto, o afago. Três partes, três intenções, três mulheres. Cabeça pra ventar. Pernas pra circular. Pescoço pra soltar. Peito pra aumentar o amor. Outras partes. O sopro, o aperto, o afago.
Chá, chás. Sobre a cura, sobre a cura da preguiça. As preguiças, artimanhas da desatenção.
9.17.2010
9.10.2010
Reunião na Carol
Reunião URUBUS, sexta na Carol.
Conversas necessárias. Convocação.
Preparando explanação...
Momento da caça! Desenvolvendo- se independente como ser!
Presença! Jogo!
Pontos de reflexão.
Cura? Necessidade de expressão.
Quem tá? Tá? Tá? Tá... Não dá.
Para frente e avante, vamos já.
Permissões. Não permissões. Compreender. Avisar no coletivo. Responsabilidade em somar.
Vacilo.
Perder esse potencial é vacilo.
Vamos acenar as antenas. Antenar.
Passar a bola, jogar. Permitir, fluir. Atenção.
Presença/terra. Religare, mito artístico, conexão.
Homem artista, curador, político, filosófico. Elemento sagrado de mim. Simbólico, energético, estético.
Expansão de energia sagrada.
Sagrada natureza natural...
Somos naturais e servimos a quê? Pra quem? Pra mim? Por quê?
Ampliação de consciência.
Multi consciência do coletivo.
Ampliação de consciência.
Multi consciência do coletivo.
Conversas necessárias. Convocação.
Preparando explanação...
Momento da caça! Desenvolvendo- se independente como ser!
Presença! Jogo!
Pontos de reflexão.
Cura? Necessidade de expressão.
Quem tá? Tá? Tá? Tá... Não dá.
Para frente e avante, vamos já.
Permissões. Não permissões. Compreender. Avisar no coletivo. Responsabilidade em somar.
Vacilo.
Perder esse potencial é vacilo.
Vamos acenar as antenas. Antenar.
Passar a bola, jogar. Permitir, fluir. Atenção.
Presença/terra. Religare, mito artístico, conexão.
Homem artista, curador, político, filosófico. Elemento sagrado de mim. Simbólico, energético, estético.
Expansão de energia sagrada.
Sagrada natureza natural...
Somos naturais e servimos a quê? Pra quem? Pra mim? Por quê?
Ampliação de consciência.
Multi consciência do coletivo.
Ampliação de consciência.
Multi consciência do coletivo.
9.02.2010
8.31.2010
Nasci não sei muito bem porquê, nem bem nasci dei conta de mim ainda semente. Nasci foi plantada ali, em pedaço de terra vestido de cinza, daquele do árido concreto? Pois, nasci foi meio ali, que na verdade, já tinha nascido em canto muito mais fundo de chão. Que minhas raízes logo se esticaram as pernas pras bandas debaixo, que é o canto da sombra; que com o canto da luz dá a vida? Pois. Nasci foi vinda do alto, lá do chão onde se aterram as estrelas. Nasci foi caindo de asa aberta, até dar em semente, até crescer no ventre, até virar um grão. Vim dos astros me perder entre os grãos de areia. Vim ser botão.
8.23.2010
8.16.2010
8.11.2010
7.23.2010
6.26.2010
Tudo o que não invento é falso.
Latas
Estas latas têm que perder, por primeiro, todos os ranços (e artifícios) da indústria que as produziu. Segundamente, elas têm que adoecer na terra. Adoecer de ferrugem e casca. Finalmente, só depois de trinta e quatro anos elas merecerão de ser chão. Esse desmanche em natureza é doloroso e necessário se elas quiserem fazer parte da sociedade dos vermes. Depois desse desmanche em natureza, as latas podem até namorar com as borboletas. Isso é muito comum. Diferentes de nós as latas com o tempo rejuvenescem, se jogadas na terra. Chegam quase até de serem pousadas de caracóis. Elas sabem, as latas, que precisam chegar ao estado de uma parede suja. Só assim serão procuradas pelos caracóis. Sabem muito bem, estas latas, que precisam da intimidade com o lodo obsceno das moscas. Ainda elas precisam de pensar em ter raízes. Para que possam obter estames e pistilos. Afim de que um dia elas possam se oferecer as abelhas. Elas precisam ser um ensaio de árvore a fim de comungar a natureza. O destino das latas pode também ser pedra. Elas hão de ser cobertas de limo e musgo. As latas precisam ganhar o prêmio de dar flores. Elas têm de participar dos passarinhos. Eu sempre desejei que as minha latas tivessem aptidão para passarinhos. Como os rios têm, como as árvores têm. Elas ficam muito orgulhosas quando passam do estágio de chutadas nas ruas para o estágio de poesia. Acho esse orgulho das latas muito justificável e até louvável.
Salve Manoel de Barros, grande poeta de coisas simples!
Do livro Memórias Inventadas, as Infâncias de Manoel de Barros.
A primeira Infância.
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